O poder da medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças

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O poder da medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças

medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças começou a ser produzida a partir da aparição da Virgem Santíssima à Catarina Labouré que ocorreu em 1830, na França. Naquele momento o país passava por intenso caos social, quando se estava em ascensão um regime de governo totalmente antirreligioso e em que uma grave epidemia assolava a população e tirava milhares de vidas diariamente.

As primeiras 20 mil peças da medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças cunhadas foram confeccionadas no mesmo ano da aparição à Catarina Labouré, sob as ordens do Arcebispo de Paris da época, que logo reconheceu o poder e a riqueza doutrinária da medalha e de pronto atendeu ao pedido de jovem noviça, que posteriormente se tornou Santa Catarina Labouré.

O milagre da medalha no combate à epidemia de cólera parisiense de 1830

No ano de 1830 a população parisiense estava sendo assolada por uma terrível epidemia de cólera que dizimava milhares de pessoas na capital francesa. A doença vinda da Rússia, por meio da Polônia, matou 861 pessoas em apenas um dia. Oficialmente o número de falecimentos é de 18.400 pessoas, porém estima-se que esse total tenha sido superior a 20.000 mortos.

As declarações e relatos da época são estarrecedores. Segundo os depoimentos em um período curto de tempo pessoas saudáveis e com aparência normal definhava a ponto de ficar com aparência esquelética.

Quando cada medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças foi cunhada e distribuída para a população, o milagre começou a acontecer e logo nas primeiras semanas a epidemia começou regredir. Menos de um mês depois, no entanto, a doença voltou com força e causou grande pânico na população.

Foi então que houve o pedido para que novas moedas fossem cunhadas e novamente distribuídas pelas Filhas da Caridade. O resultado desse cortejo foi um verdadeiro milagre, visto que muitas pessoas foram gradativamente curadas até que a doença desapareceu de vez.

O milagre da Afonso Ratisbona pelo poder da medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças

A conversão célebre de Afonso Maria Ratisbona, que também foi uma graça marcante propiciada pela medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças. Ratisbona era membro de uma poderosa família judia de Estransburgo, porém se tornou ateu entre os 15 e 23 anos.

Porém, tudo mudou em 1842, quando ao adentrar um templo para apressar o irmão que fazia suas orações, Nossa Senhora das Graças surgiu diante dele, segundo o modelo da medalha, fazendo com que se prostrasse por terra e se convertesse imediatamente à fé cristã.

No dia 31 de janeiro do mesmo ano, ele foi batizado, fez a primeira comunhão e foi crismado na Igreja de Gesú dos jesuítas. Em 1868 o Papa Pio IX reconheceu o “Instituto pela regeneração dos Israelitas”, fundado pelo irmão de Afonso Maria Ratisbona. Ele morreu em 1884 em Jerusalém, sempre com enorme devoção ao santo nome de Maria Imaculada em seus lábios.

Oração da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças

“Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vos pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo- nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades

(pedir a graça desejada)

Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos.”

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